Entrevistas sobre o local (Roteiro + Percepções levantada)

 - july 17, 2022

    Para entendermos melhor o local e elaborar nossa intervenção, fomos ao museu e entrevistamos moradores e visitantes. No geral, a percepção que tive ao final das entrevistas foi que o museu deixou de ser interessante para quem o frequentava na infância, pois a maioria dos relatos foi de pessoas mais velhas que sentiam nostalgia pelas atividades que ralizavam no passado, e essas mesmas pessoas dizem não frequentar mais o museu ou não o fazem com a mesma frequencia. 


Roteiro de perguntas

  

.Como você considera que a presença do museu na região contribui com a comunidade como um todo?

.Quais os pontos você acha que pode ser que o local se torne mais engajado?

.Você frequenta ou já foi ao museu anteriormente?

.Visto que o local tem uma diversidade de exposições que não são evidenciadas no nome do museu, o que você considera que poderia ser utilizada para atrair mais visitantes?

.Quando vai ao museu, o que costuma fazer?

.A região é composta por algumas escolas de modo geral, na sua opinião, qual a importância do museu para esses alunos?

.[Sobre o local que escolhemos(entrada)] o que você imaginava ser antes de saber sobre o local?

.Tem alguma história sobre o museu?


Entrevista 1

Nome: Zilda

Idade:60

 

Como você considera que a presença do museu na região contribui com a comunidade como um todo?

“Pra mim é muito bom, e ‘pros’ meus meninos quando estudavam também foi muito ótimo ‘pras’ pesquisas”.

 

Quais os pontos você acha que pode ser que o local se torne mais engajado?

“ Pra mim é o presépio”.

 

Você frequenta ou já foi ao museu anteriormente?

“Não, agora não. Mas eu já frequentei muito, meus filhos todo mundo já foi ali”.

 

Visto que o local tem uma diversidade de exposições que não são evidenciadas no nome do museu, o que você considera que poderia ser utilizada para atrair mais visitantes?

Não soube responder.

 

Quando vai ao museu, o que costuma fazer?

“Eu costumo ficar mais olhando a natureza e os peixes”.

 

A região é composta por algumas escolas de modo geral, na sua opinião, qual a importância do museu para esses alunos?

“Muito importante, ‘pros’ meus filhos foi muito bom,eles adoram isso aí. E outra coisa: vem gente de fora, estrangeiro visitar o museu”.

 

[Sobre o local que escolhemos(entrada)] o que você imaginava ser antes de saber sobre o local?

Sempre soube que era estacionamento/praça e acha que poderia colocar um aviso mais alto para chamar atenção para a entrada do museu.

 

Tem alguma história sobre o museu?

“Eu tenho uma história muito engraçada. Um dia nós fomos visitar o Pipiripau, era época de natal, aí eu levei um sobrinho meu ,era desse tamanhinho, e começou passar a estrela de Belém seguindo Maria, né? E tal e tal, Aí quando Maria ganhou Jesus bateu aquele negócio lá e deu o trovão e meu sobrinho saiu correndo.”


Entrevista 2

Nome:Claudia

Idade:52

 

Como você considera que a presença do museu na região contribui com a comunidade como um todo?

“Ótimo pra comunidade”.

 

Quais os pontos você acha que pode ser que o local se torne mais engajado?

“O presépio e a área verde também”.

 

Você frequenta ou já foi ao museu anteriormente?

“Agora pouco, mas já fui mais. Mas agora a gente vai voltar, a gente até vai com o pessoal da igreja passear e levar lá pra orar naquelas áreas verdes”.

 

Visto que o local tem uma diversidade de exposições que não são evidenciadas no nome do museu, o que você considera que poderia ser utilizada para atrair mais visitantes?

“Eu já tenho feito, tenho divulgado. Falo com o pessoal de como tá bom”.

 

Quando vai ao museu, o que costuma fazer?

“Eu anda a área verde toda , entro nas casas, no presépio, passeio perto da lagoa com minha netinha”.

 

A região é composta por algumas escolas de modo geral, na sua opinião, qual a importância do museu para esses alunos?

“Muito importante, muito bom ‘pras’ crianças”.

 

[Sobre o local que escolhemos(entrada)] o que você imaginava ser antes de saber sobre o local?

“Poderia melhorar mais, modificar, botar uma faixa ou uma placa, e também algumas árvores”.

Resposta de quando foi perguntada se utilizava a parte do estacionamento: “Sim, passeio com minha netinha ali também”.

 

Tem alguma história sobre o museu?

“Sempre o presépio. E agora melhorou mais com a área verde que eles mudaram tá bem melhor.”


Entrevista 3

Nome:Ronaldo

Idade:56

 

Como você considera que a presença do museu na região contribui com a comunidade como um todo?

“Eu acho que contribui sim, muito importante”.

 

Quais os pontos você acha que pode ser que o local se torne mais engajado?

“A paisagem, o verde”.

 

Você frequenta ou já foi ao museu anteriormente?

"Frequentei muito quando era criança…na época pegar castanha aí, coquinho, a gente brincava de pegador aí dentro.”

Foi perguntado se tem alguma no museu que ele ainda considera atrativa: “Olha, faz muito tempo que eu não vou, não sei como que tá lá dentro hoje em dia não.”

Foi perguntado se os filhos e netos frequentam: “Não,  não”.

 

Visto que o local tem uma diversidade de exposições que não são evidenciadas no nome do museu, o que você considera que poderia ser utilizada para atrair mais visitantes?

Não soube responder.

 

Quando vai ao museu, o que costuma fazer?

“Eu ia muito no Pipiripau, ficar passeando na lagoa”.

 

A região é composta por algumas escolas de modo geral, na sua opinião, qual a importância do museu para esses alunos?

“Acho importante pra eles interagirem com a natureza… quando eles vêm, eles conhecem muita coisa”.

 

[Sobre o local que escolhemos(entrada)] o que você imaginava ser antes de saber sobre o local?

"Quando eu ia tinha várias entradas, então eu quase não utilizava a de lá ( entrada 1)”

“Tinha que investir pra mostrar mais, porque ali tem só uma plaquinha.”

 

Tem alguma história sobre o museu?

“Quando eu era criança eu passeava muito aí, tenho muita lembrança boa da gente brincando aí dentro. Tinha cavalaria na época, lá no fundo tinha o curral da cavalaria.”

Grupo: Ana Beatriz, Letícia Andrade, Letícia Genuino, Maria Laura, Milton, Sthefany de Souza.

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